
Tomé, o Apóstolo
Recusou-se a aceitar a maior afirmação de sempre só porque outro lha contou.
- Viveu
- século I – c. 72
- Festa
- 3 de julho
- Tradição
- Ocidental e oriental
- Veneração
- Pré-congregação; venerado por católicos, ortodoxos, ortodoxos orientais, anglicanos e luteranos, e pelos Cristãos de São Tomé da Índia
- Padroeiro de
- Índia, os Cristãos de São Tomé, arquitetos e construtores
Faltou. Os outros estavam fechados num quarto quando Jesus ressuscitado apareceu; Tomé andava noutro sítio e voltou para dez amigos a falar todos ao mesmo tempo de uma coisa impossível.
Não fingiu. Disse exatamente o que precisava: ver as marcas dos pregos, meter o dedo nelas, meter a mão na ferida. Depois esperou uma semana naquele quarto com gente que tinha visto o que ele não viu — um lugar mais duro de aguentar do que acreditar ou ir-se embora.
O relato é preciso sobre o que acontece a seguir. Jesus chega, estende as mãos e convida-o a tocar. Nunca diz que ele tocou. Tomé limita-se a responder.
Fica arrumado na gaveta da dúvida, e isso diminui-o. Pediu provas à altura da afirmação e ficou no quarto enquanto esperava. O Ocidente celebra a festa a 3 de julho — era a 21 de dezembro — e as igrejas ortodoxas a 6 de outubro.
- Nasceu: Galilee
- Morreu: Mylapore
210 · igrejas registadas na Wikidata — o mapa é tão completo quanto esse registo, que pende para a Europa